A OMS (Organização Mundial de Saúde) diz que o melhor lugar para o parto, é onde a MULHER se sente segura! Pode ser no hospital, casa de parto ou em casa, o importante é que a mulher esteja confiante!
Apesar de todas as especulações sobre o parto domiciliar, riscos de infecções, riscos de uma "possível emergência", "algum problema", e blá blá blá - pesquisas apontam que não há maior ou menor risco no parto domiciliar PLANEJADO em gestantes de baixo risco! Sempre é bom lembrar que o parto precisa ser assistido por algum profissional, que fica à escolha da mulher. Pode ser por um GO (ginecologista obstetra), EO (enfermeira obstetra), Parteira tradicional ou Obstetriz (novas parteiras). Pelo menos um desses profissionais você precisará, mas pode ter mais de um, é claro a casa é sua, você quem manda, você decide a equipe. Você pode ainda querer um neonatologista, mas não é obrigada, fica a critério da mulher, e vem ainda a Doula, você pode querer uma ou mais, mas a Doula só pode assistir um parto domiciliar se tiver um profissional responsável, já que a função de assistir o parto tecnicamente não nos compete!
Mas então vamos lá para a parte boa, os benefícios do parto domiciliar..
Além de você ter liberdade total na escolha da equipe, você está na sua casa, no seu cantinho, com toda energia boa do lugar, todo aconchego do lar. Você se sente livre pra tomar suas decisões, afinal está em casa, caminha a hora que quer, deita, dorme, se alimenta, se diverte, faz ligações, vocalização, enfim coisas que você não faria num hospital, por ser na maioria da vezes um ambiente intimidador, branco, frio, com pessoas entrando e saindo sem sua autorização, afinal, lá o ambiente é deles e não seu.
Em casa, você pode ter quantos acompanhantes quiser, se tem alguém que possa acrescentar de alguma forma, ajudar, apoiar, chame. Mas atenção, normalmente mães e sogras dão trabalho, pessoas que tem medo do parto, não vão ajudar, pelo contrário podem intimidar, pense bem em quem convidar, não se sinta na obrigação de convidar ninguém, não siga protocolos, siga seu instinto.
Você prepara o ambiente a seu gosto, enche a banheira, ascende o incenso, põe o repertório previamente preparado pra tocar, suas músicas, seu gosto, seu momento! Apaga as luzes, ascende as velas. Vai ao quarto do bebê, escreve uma carta. Faz tudo o que tiver vontade, é a sua casa, seu parto, seu bebê!
Tem como não se sentir confortável assim?
Sem contar que você se livra e livra seu filho de um monte de procedimentos de rotina DESNECESSÁRIOS e muitas vezes constrangedores dos hospitais. Você tem seu filho nos braços assim que nasce, põe pra mamar, da afeto, amor, coruja um pouco.
Nada de ocitocina farmacológica em você, episiotomia, analgesia.. Nada de nitrato de prata no bebê, nada de aspiração. Afinal, se o bebê está bem, respirando, chorou, qual o sentido de aspirar? Mas infelizmente é rotina na maioria dos hospitais.
Claro que você pode fazer um plano de parto para um parto hospitalar, colocando todas as suas vontades, e deixando claro os procedimentos que não aceita, mas nada garante que ele será seguido, a não ser que mesmo assim, você escolha sua equipe e ela seja humanizada.
É um momento muito especial a vinda de um bebê, então tudo precisa ser bem planejado.
Ter um bom parto, gostoso, respeitoso, um nascimento digno, com amor e carinho é possível sim! Só depende de você, de suas escolhas...
09 janeiro 2013
08 janeiro 2013
Entrega do sling Ibi Oré!
Esse sábado dia 05/01 foi a entrega do sling do sorteio em parceria com a Ibi Oré.
Depois de algumas tentativas e desencontros, finalmente conseguimos fazer a entrega a esse casal LINDO, Anna e Samir, que tiveram muita paciência com minha agenda conturbada.
Foi um prazer conhecer vocês, poder entregar pessoalmente o sling, sentir a energia de vocês, ver o respeito que já tem pelo Luca, o carinho ao mostrar o filtro dos sonhos que estão fazendo e que será lembrança do chá de bebê.
Não tenho dúvidas de que serão ótimos pais, ensinaram valores, mostraram as verdadeiras coisas boa da vida!
Obrigada pelo carinho de vocês, e logo nos veremos de novo!
Desejo a vocês muito amor e luz nessa nova caminhada. Beijos
04 dezembro 2012
Sorteio de Wrap sling Ibi Oré.
Os slings são utilizados em diversas culturas há muito tempo, como grupos nativos da América Central, tribos africanas, povos orientais e
indígenas brasileiros. Sling é uma peça de pano, que amarrada ao corpo, nos permite carregar bebês e crianças com segurança e conforto. Hoje os slings caíram no gosto das mamães, principalmente pela praticidade e proximidade com o bebê.
- O bebê chora menos, especialmente a noite;
- Dorme melhor e por mais tempo;
- Aumento do ganho de peso, especialmente em prematuros;
- Melhor desenvolvimento físico, emocional e cognitivo;
- Regulação do ritmo respiratório, dos batimentos cardíacos, da temperatura corporal, do sistema imunológico e até os ciclos de sono com os de quem os carrega;
- Para mãe, maior praticidade e facilidade de locomoção;
- Permite dar colo durante a realização de tarefas domésticas e no cuidado com outras crianças;
- Diminuição na pressão sofrida pelas costas e braços ao carregar um bebê;
- Diminuição da depressão pós-parto;
- Facilita a amamentação.
Imagine então, carregar sua cria juntinho de você em um Wrap sustentável? É isso mesmo, os slings da Ibi Oré são produzidos com malha penteada de algodão e elastano, tingido artesanalmente com corantes vegetais, sem agredir o planeta. Feito com todo carinho, é o tecido ideal para o contato constante com a pele delicada do bebê e a maneira mais natural de ter o bebê junto ao corpo dos pais.
Para concorrer à um Wrap Sling Ibi Oré, deixe um comentário neste post com seu nome completo e para aumentar suas chances, entre no meu Facebook (https://www.facebook.com/Gabilohn) e compartilhe o post do sorteio, deixando um link do seu compartilhamento nos comentários aqui do blog, também com seu nome. O sorteio será dia 14 de dezembro, e o resultado será divulgado aqui no blog.
São muitas, as vantagens do uso do sling para o bebê e para mãe, entre eles:
- O bebê chora menos, especialmente a noite;
- Dorme melhor e por mais tempo;
- Aumento do ganho de peso, especialmente em prematuros;
- Melhor desenvolvimento físico, emocional e cognitivo;
- Regulação do ritmo respiratório, dos batimentos cardíacos, da temperatura corporal, do sistema imunológico e até os ciclos de sono com os de quem os carrega;
- Para mãe, maior praticidade e facilidade de locomoção;
- Permite dar colo durante a realização de tarefas domésticas e no cuidado com outras crianças;
- Diminuição na pressão sofrida pelas costas e braços ao carregar um bebê;
- Diminuição da depressão pós-parto;
- Facilita a amamentação.
Imagine então, carregar sua cria juntinho de você em um Wrap sustentável? É isso mesmo, os slings da Ibi Oré são produzidos com malha penteada de algodão e elastano, tingido artesanalmente com corantes vegetais, sem agredir o planeta. Feito com todo carinho, é o tecido ideal para o contato constante com a pele delicada do bebê e a maneira mais natural de ter o bebê junto ao corpo dos pais.
Para concorrer à um Wrap Sling Ibi Oré, deixe um comentário neste post com seu nome completo e para aumentar suas chances, entre no meu Facebook (https://www.facebook.com/Gabilohn) e compartilhe o post do sorteio, deixando um link do seu compartilhamento nos comentários aqui do blog, também com seu nome. O sorteio será dia 14 de dezembro, e o resultado será divulgado aqui no blog.
17 novembro 2012
Vida após amamentação...
Existe alguma coisa melhor que amamentar? O vínculo que se forma entre mãe e filho durante a amamentação é inexplicável. Poderia até dizer que "TUDO FOI PENSADO". A posição em que o bebê fica, olhando com admiração e gratidão pelo alimento e amor que recebe nesse momento, demonstra o quanto esse ato é importante para o seu desenvolvimento físico e emocional.
Mas infelizmente, chega o dia em que nossa cria cresce e para de mamar, e nos sentimos abandonadas.. É a 2ª vez que o cordão umbilical é cortado. Mas acredite, HÁ VIDA APÓS A AMAMENTAÇÃO!
É importante mantermos esse momento de afeto mesmo quando a amamentação é interrompida, o bebê não quer mais o leite, mas não quer dizer que não quer mais amor, e é claro que não existe uma regra de substituição, mãe e bebê vão encontrar o melhor modo juntos.
Eu, particularmente, aproveito o momento de fazê-la dormir. As pessoas normalmente não entendem o fato de eu ainda cantar enquanto nino ela em meu colo, mas é o NOSSO momento. Cada dia percebo que ela demora um pouco mais pra dormir enquanto eu canto, mas nesse tempo em que ela ainda não dormiu, ela fica me olhando com admiração, percebo o olhar dela de ternura, gratidão, amor. É um olhar que me sinto na obrigação de retribuir, e na verdade não tem como NÃO QUERER. Eu sentada no chão, com pernas de índio, ela em meus braços, protegida, aconchegada, sendo levemente balançada e o NOSSO repertório.. É indescritível! Percebo a evolução dela, quanto mais amor e atenção eu dou, mais independente ela se torna. É a prova de que amor não "MIMA", mas ENSINA. Se seu filho sente que pode contar com você, que você vai estar sempre ali para ajudá-lo quando ele precisar, ele vai ganhar auto-confiança. Quando eu preciso sair sozinha, consigo deixar a Camille com outras pessoas, mesmo as que ela convive pouco. Ela sabe que eu vou voltar, sente que eu não a deixaria com qualquer pessoa. Ela brinca, come, dorme normalmente, e quando eu chego me abre um sorrisão, e eu fico com a certeza de dever cumprido, pois sei que dou amor, e educo sem traumas, sem castigos, sem prisões. Você quer um filho independente? Dê amor, mostre que ele vai cair, vai se machucar, vai errar, mas que você vai estar sempre ali. Dê liberdade, dê asas, mostre o certo e errado, mas mais do que isso FAÇA O CERTO! Não adianta pedir para ele não gritar, gritando com ele. Dê o exemplo, palavras não servem quando usadas da boca pra fora!
Aproveite seu tempo com ele, aumente o vínculo, brinque mas não esqueça que ele não precisa apenas de brincadeiras, colinho de mãe é bom com qualquer idade!
Mas infelizmente, chega o dia em que nossa cria cresce e para de mamar, e nos sentimos abandonadas.. É a 2ª vez que o cordão umbilical é cortado. Mas acredite, HÁ VIDA APÓS A AMAMENTAÇÃO!
É importante mantermos esse momento de afeto mesmo quando a amamentação é interrompida, o bebê não quer mais o leite, mas não quer dizer que não quer mais amor, e é claro que não existe uma regra de substituição, mãe e bebê vão encontrar o melhor modo juntos.
Eu, particularmente, aproveito o momento de fazê-la dormir. As pessoas normalmente não entendem o fato de eu ainda cantar enquanto nino ela em meu colo, mas é o NOSSO momento. Cada dia percebo que ela demora um pouco mais pra dormir enquanto eu canto, mas nesse tempo em que ela ainda não dormiu, ela fica me olhando com admiração, percebo o olhar dela de ternura, gratidão, amor. É um olhar que me sinto na obrigação de retribuir, e na verdade não tem como NÃO QUERER. Eu sentada no chão, com pernas de índio, ela em meus braços, protegida, aconchegada, sendo levemente balançada e o NOSSO repertório.. É indescritível! Percebo a evolução dela, quanto mais amor e atenção eu dou, mais independente ela se torna. É a prova de que amor não "MIMA", mas ENSINA. Se seu filho sente que pode contar com você, que você vai estar sempre ali para ajudá-lo quando ele precisar, ele vai ganhar auto-confiança. Quando eu preciso sair sozinha, consigo deixar a Camille com outras pessoas, mesmo as que ela convive pouco. Ela sabe que eu vou voltar, sente que eu não a deixaria com qualquer pessoa. Ela brinca, come, dorme normalmente, e quando eu chego me abre um sorrisão, e eu fico com a certeza de dever cumprido, pois sei que dou amor, e educo sem traumas, sem castigos, sem prisões. Você quer um filho independente? Dê amor, mostre que ele vai cair, vai se machucar, vai errar, mas que você vai estar sempre ali. Dê liberdade, dê asas, mostre o certo e errado, mas mais do que isso FAÇA O CERTO! Não adianta pedir para ele não gritar, gritando com ele. Dê o exemplo, palavras não servem quando usadas da boca pra fora!
Aproveite seu tempo com ele, aumente o vínculo, brinque mas não esqueça que ele não precisa apenas de brincadeiras, colinho de mãe é bom com qualquer idade!
06 novembro 2012
Pré-eclâmpsia
A primeira coisa que devemos saber é que só pressão alta, não associada com proteinúria não pode ser considerada pré-eclâmpsia. A pressão alta, atinge cerca de 10% das gestações, mas ela pode ser simplesmente hipertensão gestacional, que surge no fim da gravidez, é transitória e não traz riscos maiores para mãe e bebê. A hipertensão gestacional não é indicação de cesárea ou antecipação do parto, exceto quando a pressão arterial fica muito elevada, a partir de 160/110. (No meu caso cheguei a 170/120.)
Para diagnosticar como pré-eclâmpsia é preciso pressão arterial igual ou maior que 140/90 que surge a partir de 20 semanas de gestação, com a proteinúria (excreção de proteína na urina).
As chances de cesárea em quem tem pré-eclâmpsia são maiores, devida algumas complicações como descolamento prematuro de placenta e alterações de vitalidade fetal, mas não é regra.
Segundo Dra Melânia Amorim GO, o parto normal é possível sim! Aliás, em muitas circunstâncias, ele é preferível já que os distúrbios da coagulação podem complicar a pré-eclâmpsia e como sabem, o risco de sangramento é muito maior no parto cesáreo, e se houver redução acentuada da contagem de plaquetas (abaixo de 70.000/mm3), não pode ser feita anestesia regional (raquidiana ou peridural), e na cesárea a anestesia terá que ser geral, com maiores riscos.
No caso de pré-eclâmpsia leve, não é necessário antecipar o parto, desde que a pressão arterial esteja controlada e mãe e bebê estejam bem. As consultas pré-natais devem ser mais frequentes no fim da gestação para detectar uma possível evolução do quadro. Nessas condições é perfeitamente possível o parto normal espontâneo.
Para diagnosticar como pré-eclâmpsia é preciso pressão arterial igual ou maior que 140/90 que surge a partir de 20 semanas de gestação, com a proteinúria (excreção de proteína na urina).
As chances de cesárea em quem tem pré-eclâmpsia são maiores, devida algumas complicações como descolamento prematuro de placenta e alterações de vitalidade fetal, mas não é regra.
Segundo Dra Melânia Amorim GO, o parto normal é possível sim! Aliás, em muitas circunstâncias, ele é preferível já que os distúrbios da coagulação podem complicar a pré-eclâmpsia e como sabem, o risco de sangramento é muito maior no parto cesáreo, e se houver redução acentuada da contagem de plaquetas (abaixo de 70.000/mm3), não pode ser feita anestesia regional (raquidiana ou peridural), e na cesárea a anestesia terá que ser geral, com maiores riscos.
No caso de pré-eclâmpsia leve, não é necessário antecipar o parto, desde que a pressão arterial esteja controlada e mãe e bebê estejam bem. As consultas pré-natais devem ser mais frequentes no fim da gestação para detectar uma possível evolução do quadro. Nessas condições é perfeitamente possível o parto normal espontâneo.
03 novembro 2012
Mitos que levam à cesárea!
Os mitos que levam à cesárea são tantos, que resolvi publicar alguns aqui para alertar a mulherada!
Vamos lá:
- Circular de cordão. (Acho que é o campeão.)
Vamos pensar um pouquinho! Por onde o bebê "respira"? Pelo cordão umbilical, e não pelas vias respiratórias, então como ele vai sufocar se o cordão estiver no pescoço? E se fosse verdade, ele já estaria morto na barriga certo?! Quando o bebê nasce, o cordão continua pulsando, tem aí um bom tempo, não 1 min, como dizem alguns GO's.
Durante sua gravidez, o bebê brinca com o cordão, e se enrola nele diversas vezes, ele se diverte com isso.
- Não tem "passagem"/bebê muito grande/não tem dilatação. (Essa também me mata.)
TODA MULHER tem "passagem/dilatação". Então você é capaz de gerar, mas não de parir?
Toda mulher dilata, basta esperar a hora. O que acontece, é que a mulher vai ao hospital dizendo que ta com dorzinha, muitas vezes sem ter entrado em TP e já colocam o "sorinho" forçando o parto, aí a mulher sente muita dor (ocitocina farmacológica é punk mesmo), ele coloca analgesia e as contrações param, e o GO fofo acaba ficando sem paciência de esperar.. Então, o bebê é grande demais, a mãe é pequena demais, tão magrinha tadinha.. Consegue PARIR SIM!
Existem alguns casos que são muuuuuito raros em que o bebê não consegue, mas isso só é possível identificar na hora, não depende do tamanho que deu no US (até porque a margem de erro é muito grande), e nem o tamanho da mãe, e realmente casos assim são raros.
- Bebê pélvico (sentado).
É muito comum bebês nascerem sentados, isso não é um problema.
- Bebê não está encaixado.
A bolsa rompeu, está em TP e o bebê não está encaixado? Não se preocupe, ele VAI encontrar a saída. Muitos bebê encaixam durante o TP.
- Passou do tempo.
Seu bebê não é um bolo saindo do forno. Ele sabe o tempo dele, na grande maioria dos casos, principalmente na primeira gestação, o bebê nasce depois de 40 semanas e isso não é problema nenhum. Quando ele tiver que nascer, vai nascer. Lembre-se, é a hora DELE, não a sua, nem do GO.
- Cesárea anterior.
Seja lá, qual foi o motivo que levou você a uma cesárea, não impede que você tenha um PN em outra gestação. O risco de ruptura do útero por cesárea anterior é muito menor que o risco de uma outra cesárea.
Risco de ruptura do útero é de 1%, enquanto os riscos da cesárea... bem, vocês já sabem!
- Idade materna avançada ou adolescente.
Volto a dizer, se seu corpo foi capaz de gerar por que não é capaz de parir?
Essas foram só algumas, de TANTAS desculpas inventada por obstetras "espertinhos". Vale lembrar que a cesárea é muito útil quando realmente necessária, mas que NÃO existe motivo para se agendar. O problema real, só aparece no parto, não tem como prever o que vai acontecer.
E no próximo post, vou falar sobre a pré-eclâmpsia, outra indicação DESNECESSÁRIA de cesárea, e que merece destaque!
23 outubro 2012
Maternidade consciente.
Antes de engravidar, existem uma série de fatores que devemos levar em conta como, se você tem estabilidade financeira (não é o principal, mas devemos garantir um bom estudo/educação, alimentação saudável e balanceada, emergências médicas.), se você e seu parceiro estão saudáveis (pressão alta, colesterol alto, diabete e doenças sexualmente transmissíveis podem se tornar um problema ainda maior durante a gravidez.), se você trabalha vai continuar trabalhando, ou vai parar? Se continuar, com quem ficará seu filho? Avó, berçário? Se a opção for berçário, é bom pesquisar boas instituições, se a opção for avó é bom estar preparada, normalmente elas fazem tudo diferente do que você faria e isso as vezes pode afetar o bom relacionamento familiar.. Mas e se optar por ficar em casa, você tem estabilidade emocional pra isso?
Pode parecer besteira, mas ficar em casa não é um mar de rosas. Você acaba perdendo o contato com muitas pessoas, fica praticamente só em função do filho, e normalmente você não vai conseguir dar conta da casa.. Então se você pensa que vai tirar férias e assistir a novelinha comendo pipoca, está muito enganada! Ficar em casa é MUITO cansativo, mas eu digo por experiência própria que VALE A PENA! Quer dizer, vale a pena se você realmente estiver disposta a deixar sua casa e até mesmo você de lado, para ficar o dia inteiro no chão brincando com o filhote!
Eu já fui uma defensora incansável da maternidade integral nos primeiros anos, principalmente no primeiro ano, mas hoje percebo que não é pra toda mulher, sem julgamentos. Eu optei por ficar em casa no primeiro ano, mas nenhuma das minhas amigas fizeram isso, e depois de pensar muito sobre o assunto, vejo que elas fizeram a escolha certa! Elas se sentem mais independentes, ativas, úteis e consequentemente felizes. Então por que ficariam em casa? Alguns podem pensar, - Ah, devia ter pensado nisso antes de ter um filho, ele merece toda a atenção! Realmente eles merecem toda a atenção, mas de que adianta a mãe em casa, se ela não está feliz? Se fica estressada ou triste... Tem mulheres que gostam de ser independentes, e isso não as torna mães más. Elas seriam más mães, se ficassem em casa porque os outros acham que elas tem que ficar, e não conseguir dar a atenção necessária para seu filho.. Até porque, além de trabalhar fora, elas ainda são mães e esposas quando chegam a noite cansadas. Fazem janta, dão banho, limpam a casa, lavam roupa, brincam com o filho e dão atenção ao marido. Sim! Elas merecem TODO nosso respeito!
Quem opta por ficar em casa, tem que querer ficar em casa de verdade. Tem que curtir o momento, curtir o filho, brincar, dar carinho, educar, incentivar, sentar no chão e se divertir! Tem que deixar a casa de lado e só limpar enquanto seu filho dorme, até porquê acordado ele não vai deixar você trabalhar.
- Opa, calma aí.. Enquanto ele está acordado brincamos no chão, enquanto dorme limpamos a casa, roupa, organizamos as finanças, fazemos janta/almoço, café.. e descansamos quando? É aí que vem a pior parte, principalmente pra quem gosta de tudo certinho.. Você NUNCA mais vai ter uma casa perfeita! Um dia você limpa a casa, no outro descansa, depois casa de novo, descansa de novo. E não pense que é coisa de mulher preguiçosa não, é realmente impossível manter a casa organizada com filhos. Se você consegue, ou você tem uma empregada 24hs ou me desculpe, você não é uma boa mãe.. Deixar seu filho trancado num "quartinho de brinquedos", pode ser a solução para uma casa impecável, mas seu filho vai se sentir abandonado, preso, sem atenção, afeto, proteção!
Minha conclusão é: Tempo é diferente de qualidade! Você tem que dedicar seu tempo livre ao filhote com entusiasmo, seja período integral ou meio período! Cuide com amor, esteja presente de verdade quando presente, isso fará toda a diferença na construção do caráter e personalidade de seu filho!
Planeje sua vida, filho não é brinquedo, não é troféu. Filho da trabalho, exige atenção, e apesar de ser a coisa mais deliciosa do mundo, ser mãe não é mole não!
Criação com apego, maternidade consciente, amor incondicional.. É isso que importa!
Pode parecer besteira, mas ficar em casa não é um mar de rosas. Você acaba perdendo o contato com muitas pessoas, fica praticamente só em função do filho, e normalmente você não vai conseguir dar conta da casa.. Então se você pensa que vai tirar férias e assistir a novelinha comendo pipoca, está muito enganada! Ficar em casa é MUITO cansativo, mas eu digo por experiência própria que VALE A PENA! Quer dizer, vale a pena se você realmente estiver disposta a deixar sua casa e até mesmo você de lado, para ficar o dia inteiro no chão brincando com o filhote!
Eu já fui uma defensora incansável da maternidade integral nos primeiros anos, principalmente no primeiro ano, mas hoje percebo que não é pra toda mulher, sem julgamentos. Eu optei por ficar em casa no primeiro ano, mas nenhuma das minhas amigas fizeram isso, e depois de pensar muito sobre o assunto, vejo que elas fizeram a escolha certa! Elas se sentem mais independentes, ativas, úteis e consequentemente felizes. Então por que ficariam em casa? Alguns podem pensar, - Ah, devia ter pensado nisso antes de ter um filho, ele merece toda a atenção! Realmente eles merecem toda a atenção, mas de que adianta a mãe em casa, se ela não está feliz? Se fica estressada ou triste... Tem mulheres que gostam de ser independentes, e isso não as torna mães más. Elas seriam más mães, se ficassem em casa porque os outros acham que elas tem que ficar, e não conseguir dar a atenção necessária para seu filho.. Até porque, além de trabalhar fora, elas ainda são mães e esposas quando chegam a noite cansadas. Fazem janta, dão banho, limpam a casa, lavam roupa, brincam com o filho e dão atenção ao marido. Sim! Elas merecem TODO nosso respeito!
Quem opta por ficar em casa, tem que querer ficar em casa de verdade. Tem que curtir o momento, curtir o filho, brincar, dar carinho, educar, incentivar, sentar no chão e se divertir! Tem que deixar a casa de lado e só limpar enquanto seu filho dorme, até porquê acordado ele não vai deixar você trabalhar.
- Opa, calma aí.. Enquanto ele está acordado brincamos no chão, enquanto dorme limpamos a casa, roupa, organizamos as finanças, fazemos janta/almoço, café.. e descansamos quando? É aí que vem a pior parte, principalmente pra quem gosta de tudo certinho.. Você NUNCA mais vai ter uma casa perfeita! Um dia você limpa a casa, no outro descansa, depois casa de novo, descansa de novo. E não pense que é coisa de mulher preguiçosa não, é realmente impossível manter a casa organizada com filhos. Se você consegue, ou você tem uma empregada 24hs ou me desculpe, você não é uma boa mãe.. Deixar seu filho trancado num "quartinho de brinquedos", pode ser a solução para uma casa impecável, mas seu filho vai se sentir abandonado, preso, sem atenção, afeto, proteção!
Minha conclusão é: Tempo é diferente de qualidade! Você tem que dedicar seu tempo livre ao filhote com entusiasmo, seja período integral ou meio período! Cuide com amor, esteja presente de verdade quando presente, isso fará toda a diferença na construção do caráter e personalidade de seu filho!
Planeje sua vida, filho não é brinquedo, não é troféu. Filho da trabalho, exige atenção, e apesar de ser a coisa mais deliciosa do mundo, ser mãe não é mole não!
Criação com apego, maternidade consciente, amor incondicional.. É isso que importa!
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